Bomba d'água móvel. Encaixes sem cola para facilitar reparos/melhoramentos. Ponta do êmbolo feito com tampa de garrafa PET. Dois raios de roda de moto fixam os canos à base metálica (disco de freio de carro descartado). Dois anéis: um de borracha e outro de pet (feito com a tampa de outra garrafa). Os grampos que fixam a tampa à haste do êmbolo são feitos com fio de alumínio (cobre também serve). O soprador térmico é usado para retrair o pet da tampa, usando um cabo de vassoura como molde.
Falha da válvula anterior: o plástico quebrou. A nova válvula é agora realmente alternativa, feita em PET, mais simples e eficiente. A vedação é feita com uma fina tira de sacola plástica (destas que podem sufocar, entupir e poluir!). O mais legal foi a surpresa de ouvir as válvulas funcionando. Mais de um mês em teste sem problemas. Um estilete corta a tampa e uma tesoura corta a PET e a sacola plástica para vedação.
A garrafa PET serve para receber mais rapidamente a água que sai da bomba, comprimindo o ar em seu interior. O ar comprimido se expande no momento que coincide com a elevação do êmbolo, aumentando o tempo em que a água pode circular pela tubulação de saída, que pode ser de menor diâmetro.
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